quarta-feira, abril 28, 2010

A BOLA DA VEZ É JOTA JUNIOR, SERÁ CASSADO OU NÃO?

A Justiça Eleitoral vem cassando prefeitos que se utilizaram da máquina administrativa para se reeleger. O prefeito de Santa Rita-PB, Marcos Odilon (foto Google Imagens-www.showdamanhapb.blogspot.co/2008_11_30_archive.html) e o Prefeito de Lucena-PB  Antônio Mendonça (Bolão) (foto a direito (Google Imagens -www.portogente.com./texto.php?cod=25700), foram os últimos cassados pela Justiça Eleitoral. 
   A cidade de Bayeux, que tem a pior das administrações do Estado da Paraíba, com lixo na rua, com graves problemas de estrutura, com obras inacabadas, etc; terá seu gestor também será julgado por abuso do poder econômico e político para chegar ao poder. O povo está esperando uma notícia positiva da Justiça Eleitoral.  Talvez isto ocorra por que o prefeito utilizou de meios não permitidos para chegar ao poder. Lamentavelmente, em todos os setores da administração pública de Bayeux há reclamos. Tudo isto prova que a reeleição não é a melhor forma de garantir boas administrações para os municípios brasileiros.
   Sinceramente, JOTA JUNIOR, foto acima, centro (Google Imagens-noticiasdebayeux.zip.net), já vai tarde, o estrago que ele fez na cidade de Bayeux levará anos e anos para ser consertado. Os críticos dizem que sua última gestão está sendo pior do que a herança deixada pelo ex-prefeito Sebastião Félix, conhecido por "Reba", que suicidou-se após o término de seu mandato no município de Bayeux. 
     Quem mora na cidade e acompanhou a eleição municipal de 2008 sabe que o poder econômico e político imperou com força. Só não viu quem não quis.

sexta-feira, abril 23, 2010

QUEM SÃO OS HONORÁVEIS BANDIDOS DE BAYEUX?

   Navegando na rede hoje li um ensaio de um livro cujo título era: "HONORÁVEIS BANDIDOS", do  jornalista Palmério Dória, cujo tema principal é a trajetória da família do ex-presidente da república e do Senado José Sarney e os meios escusos de se utilizar do poder, foto acima (http://livraria.folha.com.br/catalogo/1024925/honoraveis-bandidos), fiquei pensando como seria a capa de um livro referente ao poder na cidade de Bayeux! É lamentável e inércia das instituições em investigar os desvios de verbas da cidade de Bayeux-PB. A cidade está sendo assaltada, não se faz nada, passe na Rua Manoel Paulino, acesso principal ao bairro Comercial Norte na cidade de Bayeux e verá o que está acontecendo com a cidade de Bayeux. Não é possível o descaso com a administração pública da cidade. Lamentavelmente, a Câmara Municipal não faz nada para mudar este quadro. Não é possível que os vereadores de Bayeux não vejam o que está acontecendo na cidade. A ação parlamentar não é só aprovar leis, dar nomes as ruas, fazer requerimentos, é também denunciar, através dos meios de comunicação, se não há coragem diretamente, que se faça pelos meios indiretos. O que é lamentável é a inercia da Câmara Municipal de Bayeux. O blog dá um só exemplo. A DUPLICAÇÃO DA VIA DE ACESSO AO JARDIM AEROPORTO. Passe lá e veja o total abandono da obra. Quem são os honoráveis bandidos de Bayeux? 

  O POVO FALA: 

POVO 01 (no telefone) - ALÔ CÂMARA MUNICIPAL DE BAYEUX, ALÔ, ALÔ (...)  Ei, Ei - Vocês foram eleitos para fiscalizar viu (...) 

POVO 02 (eleitor na rua) - Vereador, Vereadorrrrrrr, estão roubando BAYEUX!!! Safado, não voto em você não viu, ladrãooooo, você também é ladrãoooooo

POVO 03 (assessor de vereador)  - Calma, Calma, não são todos (...)

POVO 04 (eleitor vê o SAGRES e telefona para outro eleitor) - Você viu o Acórdão do TCE, Bayeux terá que devolver quase um milhão do FUNDEB. Será que vão aprovar as contas do Prefeito. Não é possível, não é possivel! 

Veja abaixo a sinopse do livro "HONORÁVEIS BANDIDOS":

"Um dos jornalistas mais respeitados do país conta os bastidores do surgimento, enriquecimento e tomada do poder regional pela família Sarney. Do Maranhão ao Senado, o livro mostra os cenários e histórias protagonizadas pelo patriarca que virou presidente da República por acidente, transformou o Maranhão no quintal de sua casa e beneficiou amigos e parentes.
Com 50 anos de vida pública, o político mais antigo em atividade no país enfrenta escândalos e a opinião pública. É a partir daí que o livro puxa o fio da meada, utilizando as ferramentas do bom jornalismo investigativo. Sempre com muito bom humor, o jornalista faz um retrato do Brasil na era Sarney, os mandos e desmandos do senador e seus filhos, no Maranhão e no Congresso Nacional."

Veja o capítulo I publicado no site: http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/honoraveis-bandidos.shtml

Trecho de Honoráveis Bandidos,
de Palmério Dória

Capítulo 1
Estado de permanente sobressalto
Comemoração com cara de velório • Por que Roseana chora, se os outros aplaudem? • Tem sujeira por trás do impoluto jurista o Rolo justifi ca outro rolo e assim por diante • A qualquer momento nas páginas policiais
Estamos em 2009. Na data em que completa meio século de carreira política, aos 78 anos, o velho coronel comemora sem o menor sinal de euforia. Por certo pesam-lhe na memória as palavras de seu falecido amigo Roberto Campos, tão entreguista que lhe pespegaram o apelido de Bob Fields, ministro do Planejamento de Castelo Branco, primeiro general de plantão do governo militar:
"Certas vitórias parecem o prenúncio de uma grande derrota. É um amanhecer que não canta."
Deputado federal, governador do Maranhão, presidente da República, cinco vezes senador. E, no início desse ano pré-eleitoral, eis que em 2010 se dariam eleições presidenciais, ele chegava pela terceira vez à presidência do Senado. Mas tinha a sensação de que tudo aquilo que havia conquistado em meio século de vida pública podia estar por um segundo. Não foi de bom agouro a cena que se seguiu a seu discurso de pouco mais de cinco minutos, ao apresentar sua candidatura à presidência da Casa, naquela manhã de 2 de fevereiro, dia de festa no mar. Em sua fala, ele citou por sinal Nossa Senhora dos Navegantes, depois de se comparar a Rui Barbosa pela longevidade na vida pública e de proclamar que não houve escândalos em suas outras passagens no cargo. Esperava uma sessão rápida, mas, para sua inquietação, vários pares passaram a revezar-se para defender o outro candidato à presidência do Senado, o petista acreano Tião Viana, e aproveitaram para feri-lo. Assim, quando abriram a inscrição para os candidatos, ele pediu para falar. Queria dar a última palavra.
Marcado pela fama de evitar confrontos em plenário, fugiu a seu estilo e fez um pronunciamento duro. Um improviso daqueles que a gente leva um mês para preparar. Deixou claro que não gostou de ver Tião Viana posar de arauto da modernidade e higienizador da podridão que paira nos ares do parlamento brasileiro.
Depois de lembrar a coincidência de 50 anos antes, quando no dia 2 de fevereiro de 1959 assumia o primeiro mandato no Congresso como deputado federal, atacou:
"Não concordo quando se fala na imoralidade do Senado. O Senado é os que aqui estão. Reconheço que, ao longo da nossa vida, muitos se tornaram menos merecedores da admiração do país, mas não a instituição."
Então, pronunciou as palavras seguintes, que trazem os sinais trocados, pois tudo quanto você vai ler é tudo quanto o velho senador não é:
"Durante a minha vida, passei aqui nesta Casa 50 anos. Muitas comissões, vamos dizer assim, muitos escândalos existiram envolvendo parlamentares, mas nunca o nome do parlamentar José Sarney constou de qualquer desses escândalos ao longo de toda a vida do Senado." Disse mais: "A palavra ética, para mim, que nunca fui de alardear nada, é um estado de espírito. Não é uma palavra para eu usar como demagogia ou uma palavra para eu usar num simples debate."
A filha Roseana Sarney, senadora pelo Maranhão, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro, o mesmo PMDB do pai, caminhava pelo plenário, muito nervosa. Estava em lágrimas quando o pai encerrou sua fala. Os oitenta pares o aplaudiram protocolarmente, mas um deles, de um salto pôs-se de pé e bateu palmas efusivas, acompanhadas do revoar de suas melenas. Tratava-se de Wellington Salgado, do PMDB mineiro, conhecido como Pedro de Lara ou Sansão.
Onde se encontravam os jornalistas de política nesse momento, que não registraram tal despautério? Pedro de Lara é aquela figura histriônica que roubava a cena no programa Silvio Santos como jurado ranzinza, debochado e falso moralista. E Sansão, o personagem bíblico que perdeu o vigor quando Dalila o traiu cortando-lhe a cabeleira.
Esta fi gura caricata pareceria um estranho no ninho em qualquer parlamento do mundo. Nascido no Rio, é dono da Universidade Oliveira Salgado, no município de São Gonçalo, e responde a processo por sonegação de impostos no Supremo Tribunal Federal. Conseguiu um domicílio eleitoral fajuto em Araguari, Minas Gerais, e praticamente comprou um mandato de senador ao financiar de seu próprio bolso, com 500 mil reais, uma parte da milionária campanha para o Senado de Hélio Costa, o eterno repórter do Fantástico da Rede Globo em Nova York.
Com a ida de Hélio para o Ministério das Comunicações de Lula, seu suplente Wellington então ganhou uma cadeira no Senado Federal, presente que ele paga com gratidão tão desmesurada, que separa da verba de seu gabinete todo santo mês os 7 mil reais da secretária particular do ministro. Nesse tipo de malandragem, fez como seu ídolo, colega de Senado Renan Calheiros, que vinha pagando quase 5 mil mensais para a sogra de seu assessor de imprensa ficar em casa sem fazer nada.
Mas o cabeludo senador chegou à ribalta em 2007, justamente como aguerrido integrante da tropa de choque que salvou o mandato de Renan Calheiros, então presidente do Senado e estrela principal do episódio mais indecoroso daquele ano, com amante pelada na capa da Playboy, bois voadores e fazendas-fantasma. O alagoano Renan, com uma filha fora do casamento, que teve com a apresentadora de tevê Mônica Veloso, bancava a moça com mesada paga por Cláudio Gontijo, diretor da construtora Mendes Júnior. Ao tentar explicar-se, Renan enredou-se em notas frias, rebanho superfaturado, rede de emissoras de rádio em nome de laranjas, enquanto Mônica mostrava aos leitores da revista masculina da Editora Abril a borboleta tatuada na nádega.
Durante 120 dias, enxotado pela mídia e pela opinião pública, Renan resistiu no cargo, suportando humilhações como o plenário oposicionista virando-lhe as costas no dia em que tentou presidir uma sessão. Esse era o Renan que, quase dois anos depois, no 2 de fevereiro de 2009 posaria vitorioso como articulador-mor da volta de José Sarney à presidência da Casa.
Quem diria, não? O José Sarney que já foi companheiro de um nacionalista respeitado como Seixas Dória, de um articulador do calibre de José Aparecido de Oliveira, de um jurista do porte de Clóvis Ferro Costa, todos três integrantes do grupo Bossa Nova, espécie de esquerda da União Democrática Nacional, a conservadora UDN, todos três ostentando o galardão de ter sido cassados pelo golpe militar de 1964, e sabe-se lá por quais artes só ele, Sarney, dentre os quatro amigos escapou da cassação, esse mesmo Sarney agora festejado pelo cabeludo sonegador e por uma das mais desmoralizadas figuras do cenário político brasileiro, Renan Calheiros, que tinha nos costados um inquérito com 29 volumes tramitando no Supremo.
Quer fechar o círculo direitinho? Em 2007, depois de absolvido pelo plenário em votação secreta e escapar da cassação por quebra de decoro parlamentar, na casa de quem Renan Calheiros comemorou a preservação do mandato? Na casa de seu salvador, Sarney, junto com outras figuras, como o deputado federal e ex-presidente do Senado Jader Barbalho, com know-how em renúncia para escapar de cassação; Romero Jucá, líder do PMDB no Senado; Edison Lobão, futuro ministro das Minas e Energia; e, claro, Roseana Sarney. Nesse festejo, no Lago Sul de Brasília, não se esqueceram de "homenagear" o senador amazonense Jefferson Peres. Esta fi gura íntegra do parlamento brasileiro, relator do caso Renan no Conselho de Ética, recomendou a cassação, pedida pelo povo brasileiro. Os convivas mimoseavam Jefferson a todo momento, referindo- se a ele como "aquele pobre relator".
Memorável dia 2 de fevereiro. Surpreendentes seriam as fotografias nos jornais do dia seguinte. Sarney de óculos escuros como os ditadores latino-americanos do passado, amparado pelo colega de PMDB Michel Temer, eleito presidente da Câmara, igualmente pela terceira vez. Barba e bigode. Este Michel Temer merece umas pinceladas.

Veja a pancadaria sobre o livro no YOU TUBE:

http://www.youtube.com/watch?v=Ofn-ZBVx0Bk

 


quarta-feira, abril 14, 2010

JOTA PERDE NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA

  O prefeito de Bayeux, JOTA JUNIOR,  não obteve êxito em em notícia crime  de nº 075.2009.002476-3-001 contra o deputado estadual EXPEDITO PEREIRA, foto a direita, pois o Tribunal Pleno do TJPB  determinou o arquivamento da ação contra o deputado, sendo relator do processo o desembargador Joás de Brito Pereira Filho. Isto prova que Expedito foi vítima do JOTA JUNIOR, ao apresentar uma notícia crime açodada e sem respaldo legal, em momento político. Assessores de Expedito relataram ao blog que  quem o conhece sabe que suas lutas são sempre em prol do bem comum, sendo duro quando o assunto é de interesse público. Isto prova que quem sempre ataca sem escrupúlo é JOTA JUNIOR e não EXPEDITO. Veja em extrato processual abaixo, o deputado EXPEDITO PEREIRA já em 1998 processou JOTA JUNIOR quando era radialista por ataques indevidos. Brigas a parte, quem sai perdendo é o povo e a cidade de Bayeux. Ambos, deputado e prefeito são do PMDB, esperamos que o governador, JOSÉ TARGINO MARANHÃO, também do PMDB, apazigue esta briga, o que não é facil, trazendo em ano político o binário da Avenida Liberdade, já que os bayeuxenses não aguentam mais o trânsito lento. Como diz meu amigo Miguel, proprietário de churrascaria no bairro de São Bento. "Vamos fazer um rodoanel em Bayeux, nínguem aguenta mais este trânsito lento".



segunda-feira, abril 12, 2010

SURTO DE GRIPE H1N1 PODE MATAR BAYEUXENSES

   O prefeito JOTA JUNIOR de bayeux, foto a esquerda (Googleimagens) não segue o calendário estadual e nem o nacional para vacinar a população contra a gripe H1N1.  Com isto, bayeuxenses podem até morrer com a gripe H1N1, ou mesmo surgir um surto incontrolável da doença no município. Caso algum bayeuxense morra desta doença, a morte pode ser atribuida a omissão do prefeito em vacinar a população. No sábado passado, conforme divulgado na imprensa nacional, seria o dia de vacinação contra a  gripe H1N1, tanto é que o Ministro da Saúde,  José Gomes Temporão, foto a direita (Googleimagens), foi a televisão, um dia antes, avisar da prioridade para a vacinação. O atraso na vacinação pode prejudicar a imunidade de populações locais, como é o caso de Bayeux-PB. Enquanto outros municípios vacinaram a população, a cidade de Bayeux teve seus postos fechados. A denúncia partiu, inclusive da própria imprensa paraibana, já que o prefeito repórter é bom para criticar os outros, mas não faz o seu dever de casa. No último sábado, dia 10 de abril, milhares de bayeuxenses foram aos postos se vacinar e  ficaram frustrados com os postos fechados.  Veja o que publicou o portal PBAgora no dia 11 de abril de 2010:


    • "(...) O Ministério da Saúde promoveu neste sábado (10) o Dia Nacional de Vacinação contra a Gripe H1N1, em parceria com Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. A mobilização teve o objetivo de imunizar gestantes, pessoas com doenças crônicas, crianças de seis meses a menos de dois anos e jovens de 20 a 29 anos.


    • Em Bayeux, a população foi surpreendida com os postos de vacinação fechados. Desde as primeiras horas do dia idosos, gestantes e jovens chegavam aos locais para se vacinar e encontravam os locais fechados e sem qualquer comunicado por parte da prefeitura.


    • A reportagem esteve nos bairros da Imaculada e Rio do Meio para constatar a denúncia e flagrou os postos fechados. Os vereadores Nino do PT e Roni Alencar também confirmaram que no Jardim Aeroporto, Sesi e Centro a população não conseguiu se vacinar contra a Gripe A.


    • "É um absurdo a gente sair de casa para se vacinar e encontrar tudo fechado. Eu não sei o que fazer agora estou muito preocupada", apreensiva disse Maria do Socorro.


    • O portal tentou um contato por telefone com a Secretária de Saúde do Município, Karoline Souto Maior, e o médico Dr. Ginaldo, mas não obteve resultado. Os telefones estavam desligados. Já o coordenador de Comunicação da prefeitura, Renato Fabrício, não soube informar os motivos do fechamento dos postos. “Eu estou sabendo disso agora, eu pensava que estavam abertos”, perplexo comentou Fabrício. "
    O prefeito, por seus assessores, ainda tentou jogar a irresponsabilidade para o Estado, mas veja o que disse o Valter Albuquerque ao portal Bayeux em Foco em 10 de abril:

  •  

    • O Diretor de Imunização do Governo do Estado, Valter Albuquerque, em entrevista ao portal Bayeux em Foco desmentiu a informação de que o Governo da Paraíba não informou aos municípios com antecedência sobre a campanha nacional de vacinação deste sábado.
     

    • “No dia 04 de março fizemos uma reunião com representantes de todos os municípios informando sobre a campanha nacional de vacinação e deixando a critério dos próprios municípios a decisão de realizar a campanha de acordo com a cobertura vacinal e condições técnicas e funcionais” explicou o diretor que lamentou a desinformação. “Nós não temos culpa se quem participou da reunião não repassou a informação” concluiu Albuquerque."
    A população pode fazer denúncias na Curadoria do Consumidor, na Avenida Liberdade, próximo a Câmara Municipal, pode também acessar o site do Minstério da Saúde e na ouvidoria denunciar a irresponsabilidade do prefeito JOTA JUNIIOR em não colocar à disposição da população a vacina contra a gripe H1N1.

quinta-feira, abril 08, 2010

POR QUE JOTA QUER AFASTAR MEMBROS DO CONSELHO LIGADOS A POLÍTICA?


 SERÁ QUE ESTES CONSELHEIROS NÃO ESTÃO LIGADOS A POLÍTICA? (fotopáginaoficial da PMB) O que o prefeito entende de política?
    O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente - CONANDA diz que lei municipal 1.150-2009, § 2º do art. 25, que a Justiça se escudou para afastar os Conselheiros Tutelares de Bayeux é inconstitucional. Os conselheiros já temiam a perseguição do prefeito JOTA JUNIOR de Bayeux, tanto é que em ofício coletivo consultaram o CONANDA,orgão federal, sobre a perseguição instituída pelo Executivo Municipal contra membros do Conselho Tutelar. Não há outra razão senão querer despolitizar os membros do Conselho Tutelar com fins escusos para enfraquecer a fiscalização do Conselho Tutelar de Bayeux, esse é o objetivo do Executivo Municipal. O afastamento dos conselheiros Josivaldo Farias de Albuquerque, Maria do Desterro Oliveira dos Santos e Ideltone Ribeiro Soares pela lei sancionada pelo Prefeito JOTA JUNIOR por serem filiados a partidos políticos é tido pelo CONANDA como inconsticuional. Os conselheiros afastados solicitaram, já no ano passado, um parecer do CONANDA. Veja:







domingo, abril 04, 2010

CÂMARA DE BAYEUX REAGE A CORRUPÇÃO DO EXECUTIVO

   A Câmara Municipal de Bayeux reage aos indícios de corrupção do Poder Executivo. Não é novidade que haja licitações fraudulentas, sendo o prefeito JOTA JUNIOR de Bayeux denunciado pela Procuradoria Geral de Justiça por fraude  nas licitações; de que haja o enriquecimento ilícito de pessoas ligadas ao executivo, a compra de autoridades, fotografias, gravações, já estão prontas, (...). É esperado apenas o momento oportuno para divulgá-las. Os vereadores já estão sendo alertados para tomarem as providências legais. O primeiro deles foi o corajoso Cariolando do PSDB de Bayeux, (foto PBagora). O blog enaltece a corajem do empresário, que, com certeza, já tem provas das ilicitudes ocorridas no município. Quem quer ser líder não pode ficar contra o povo. Já está na hora de JOTA JUNIOR sair do PMDB, que está amordaçado pelo governador. A revolta do povo, até que enfim, chegou a Câmara Municipal. O povo não esquecerá alguns vereadores que por migalhas de cargos esquecem de fiscalizar as falcatruas do Executivo, estes não irão se reeleger. Ao contrário  de outros, que já estão sendo bem vistos pelo povo. É o caso de Nino do PT e agora Cariolando do PSDB. Veja o que disse o vereador Cariolando Felix no PBagora:

"Tucano põe em xeque gestão de Jota Jr: “Alem de inelegível ele detém 90% de rejeição em Bayeux”

Exclusivo: vereador Cariolando Felix põe em xeque gestão de Jota Júnior: “Alem de inelegível ele detém 90% de rejeição no município de Bayeux”

O clima anda quente na política da cidade de Bayeux. Desta vez foi o vereador Cariolando Felix (PSDB) que resolveu fazer duras críticas à gestão do prefeito Jota Júnior (PMDB),  inclusive com um requerimento de sua autoria apreciado pela Câmara Municipal de Bayeux que pede esclarecimentos sobre a situação política de Jota Júnior,considerado atualmente inelegível pela Justiça Eleitoral.

Cariolando pediu o afastamento de Jota Júnior: “Temos casos como o da cidade de Sobrado, onde o presidente da Câmara foi afastado, e por que aqui é diferente?, Bayeux aguarda uma resposta do TRE da Paraíba, esperamos um posicionamento da justiça, ele foi cassado na última instância, Bayeux hoje está sem prefeito”, disparou.

O tucano também defendeu o afastamento imediato do prefeito em face dos argumentos de que ele não tem feito nada por Bayeux. O parlamentar ironizou a ausência de Jota Júnior em Bayeux: “Ele sempre diz que está na prefeitura, porém quando procurado nunca é encontrado lá, eu quero que ele tenha a atitude de receber o povo da cidade e ele não tem feito isso”, cutucou.

Quanto ao argumento de aliados, dando conta que o prefeito da cidade estaria trabalhando pela cidade e realizando obras, Cariolando lançou um desafio:

“Estou esperando até agora as obras dele, não sei qual é a obra feita por Jota Júnior com recursos próprios, em Bayeux ele não calçou uma única rua e sequer construiu uma casa, por isso desafio Jota Júnior para que ele me mostre tais obras”, ameaçou.

Outro aspecto contado por Cariolando Felix, foi a impopularidade do prefeito  na cidade: “A rejeição ao prefeito é de 90%., é o povo quem está dizendo e comprovando nas ruas, não tenho nada contra ele, agora como prefeito...”, analisou.

Cariolando encerrou a entrevista dizendo que Bayeux não pode andar para trás e ser cada vez mais simbolizada pele animal característico da cidade: “Caranguejo apenas nas festas, na vida não!”, retrucou. A expectativa é de que o requerimento seja apreciado na sesão da Câmara de Bayeux que será realizada  na próxima semana."

Henrique Lima/ Márcia Dias