quinta-feira, setembro 18, 2014

A CIDADE DE BAYEUX FEZ SEU DESFILE CÍVICO EM HOMENAGEM A INDEPENDÊNCIA!

(O Prefeito de Bayeux (Dr. Expedito Pereira, médico com Com. do 16º RCMEC)
  No segundo domingo de setembro, sempre ocorre o desfile cívico da cidade de Bayeux-PB. O desfile de Bayeux é diferenciado já que nesta cidade está sediado o 16º RCMEC do Exército Brasileiro. Desta forma, os bayeuxenses são privilegiados em assistirem a este desfile com a presença de militares e armamentos do Exército Brasileiro. 

   Várias autoridades estiveram presente no desfile. O Prefeito, Comandante do 16º RCMEC, a diretora do Fórum de Bayeux e atual Juíza Eleitoral da 61ª Zona, Dra. Conceição, vários Secretários e Vereadores, bem como Autoridades do Estado. O povo compareceu e aplaudiu o desfile cívico de Bayeux. Além das autoridades presentes da atualidade, chamou atenção que várias ex-autoridades também compareceram. 
(Dr. Jânio e Adriana (esposa) que é Conselheira Tutelar)

(Secretários Claudemano e Ricardo, Ind Com e Segurança de Bayeux)
(James Belmiro, Dr. Fernando (Engº), Cel. Gonçalves e Cláudia)
 Apesar das dificuldades do dia a dia, a presença do povo no desfile cívico de Bayeux denota que o civismo está presente e vivo dentro dos bayeuxenses que são brasileiros também.
(o desfile cívico do dia 14)

  Como sempre, na narrativa do desfile as escolas municipais são homenageadas, feito o histórico de sua criação, etc. O povo aplaude as várias bandas marciais com seus músicos e suas lindas moças na comissão de frente. Compareceram bandas marciais de outras cidades.  As acrobacias e danças chamam a atenção do povo e demostra que a educação é um direito social que deve ser protegido por todos. Os aplausos não deixam dúvidas. O desfile foi um sucesso. Quem não foi perdeu. O político que falta a um evento desse não fez o dever de casa.

Como já é tradicional, o Palanque Oficial ficou defronte ao prédio da sede do Gabinete do Prefeito, na Avenida Liberdade. 

  O evento dá a oportunidade para centenas de pessoas, pequenos comerciantes venderem seus produtos, tais como: água mineral, coco verde, balas, doces, picolés, etc. Afinal, não dá para assistir a um desfile que dura várias horas sem se alimentar, é o que todos dizem. 

  Além do lado cívico, o desfile é o momento onde várias pessoas tem a oportunidade de se encontrarem num evento social de grandes proporções. Já que as pessoas, em outras oportunidades, se unem em locais direcionados a certo público. No desfile é todo mundo junto e no mesmo local pela união do civismo. Quem não ama seu povo e sua pátria precisa aprender isto. Basta pensar que outros povos lutam pelo que nós já temos. Há imperfeições e injustiças é claro. Mas vamos superá-las com fé em Deus. 

   O que não é comum é que em ano eleitoral alguns políticos que estão pedindo votos em Bayeux desconheçam o evento. Alguns não compareceram. O político que faltou perdeu a oportunidade de encontrar ao mesmo tempo milhares de pessoas que potencialmente são eleitores que irão as urnas no próximo dia 05 de outubro. Este político faltou com o dever de casa.

sexta-feira, setembro 12, 2014

EM QUEM DEVEMOS VOTAR? NA NEGRA OU NA BRANCA?

foto (blogjornalpequenocombr)
 

foto (wwwoestadocecombr)
Infelizmente, para a desgraça da campanha presidencial instaurou-se a cisão religiosa como arma de estratégica de campanha política no Brasil. Em quem votar? Irmãos, se conheces a espiritualidade (verdade) que é rival da materialidade, vote na mais humilde. Olhe nos  olhos e na vida das candidatas. Elas, per si, na caminhada da vida dizem o que são. Logicamente, existem negros, brancos, pardos e índios no Brasil. Estes últimos, os mais esquecidos de Dilma e do país. Porém, são também seres humanos. Todas as religiões levam à Deus. Entretanto, na minha fé apenas uma diz qual é o caminho para este Deus (Jesus). Não por que os homens disseram. Mas por que o próprio Deus disse pela boca dos profetas. Isto é fé.

  Todas as religiões são importantes, inclusive a dos negros. Mas qual é a religião dos negros? A religião dos negros são todas as religiões. Pois o negro não é escravo para só escolher a religião da matriz negra. O negro pode ser cristão, muçulmano, judeu, candoblista, etc. O negro não poder ser escravizado por uma mídia elitista que vende a ilusão de que todos os negros serão ricos de imediato e para isto devem ser escravos de um programa que naufraga. Para isto, eles negros devem salvar o programa e votar em massa num projeto politico cujo centro está falido senão voltarão a ser escravos.

  Em quem devo votar na negra ou na branca? Irmãos de todas as religiões fiquem atentos. Pois a doçura de palavras não muda a realidade triste de milhares de negros que estão nas comunidades pobres do Brasil. A realidade milagrosa e relâmpago de poucos que estão no Palácio Real não pode ser utilizada como propaganda para repassar que o Brasil para os negros chegou! O caminho é longo e só a Educação pode mudar essa realidade triste de milhões de negros, pardos, brancos pobres e índios excluídos do Brasil. 

  Devemos votar em Quem? Tanto na negra quanto na branca ou nos outros candidatos, há muitos. No entanto, olhando as duas e espiritualmente falando, já que elas foram escolhidas em polo diverso, o que faz uma ou outra? Opino votar na negra. Você, peça entendimento ao Senhor através de Jesus para saber em quem votar. Ele não deixa ninguém na dúvida. É Ele que constitui as autoridades, sejam elas justas ou ímpias. Como? Se for para um justo sentar na cadeira o ímpio não senta, nem pela força das fraudes e pelo poder do dinheiro. Essa é minha fé. Amém. 

   Faça assim, mesmo que você tenha qualquer credo, pegue o Livro Sagrado. A Bíblia e crendo diga: - Senhor Jesus, és meu Senhor, meu Salvador. A eleição do meu país, o Brasil, é importante, sentará no seu comando uma autoridade por ti constituída. Dela dependerá o alívio de muitos dos humildes (pobres). Dai-me entendimento através do Espírito Santo para discernir a minha decisão. Com certeza, sua decisão será consciente. O povo crente pode decidir uma eleição. Amém.

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quinta-feira, setembro 11, 2014

EM TIME QUE TÁ GANHANDO NÃO SE MUDA - ESSA É A MÁXIMA DO PAÍS DO FUTEBOL!

foto (http://www.portal25horas.com.br)


  Disse há uns 50 dias atrás que o povo brasileiro não iria mais reeleger Dilma. Era o que se via no facebook. A eleição baseada apenas em politicas sociais do PT já não agrada a maior parte da sociedade brasileira que quer desenvolvimento, obras e PIB alto. E, ao que parece, pelos últimos resultados das pesquisas, Dilma já não leva no Primeiro Turno. Por outro lado, Marina pode virar o jogo. O fenômeno Cássio Cunha Lima depois 4 anos já não tem aquela força de antes. Lá no fundo, no subconsciente, ainda há os ecos das palavras de Cássio pedindo votos para Ricardo em 2010. 

  O mago vem percorrendo o Estado mostrando as obras e essa peregrinação tende a dá certo. É muito fácil encontrar alguém que diga que com Cássio as coisas são mais fáceis. Esses são os cobradores oficiais de favores. Vamos para a frente. O povo é o senhor das urnas e Deus está lá em cima!!! Em política ninguém pode ser subestimado. O governador subiu as escadas devagarinho. E ao que parece, tá sabendo o caminho de subir de volta. E as pesquisas? As pesquisas são apenas pesquisas! A eleição real ainda vem! E aí, milhares vão as urnas. Vai ser apertado. 

  A foto acima mostra o contraste da política. Ex-aliados se tornam adversários. É assim, juro, e o povo entende e chora. Agora cada um é por seu time. São dois grandes técnicos da política. QUEM VENCERÁ? Pelas ruas esculto o povo de Bayeux dizer que vai repetir o 40.

  É bem verdade que o mago, Ricardo, não tem nos servidores públicos um cabo eleitoral forte. Mas quem decide não são apenas parte dos servidores estaduais. Mas o povo. O eco do mago vem do socorro do povo. Na campanha passada, o mago utilizou da boa e poderosa força do homem espiritual. Agora, parece que a lição do passado não lhe transmite tanta fé. Assim, se eu tivesse que dá um conselho ao governador candidato diria: - Mago velho, não fale só nas obras. Mas fale também da fé. Fale da sua fé em ser reeleito. Dá fé de ter mudado tantas tristes estatísticas de subdesenvolvimento que o Estado carregava.

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