A polêmica continua, mas seria uma covardia calar enquanto as nossas mulheres que atuam na política da Paraíba são agredidas, mesmo que alguns jornalistas queiram defender o infeliz professor, pois o texto de sua autoria intitulado "ENQUANTO ISSO AS MULHERES NA POLÍTICA" foi uma desgraça ao querer explicitamente rebaixar o gênero mulher. A foto acima foi de (Google Imagens-trezende.wordpress.com) Há pessoas que por qualquer preço criticam para chamar a atenção, não se sabe se foi o caso do professor, pois, às vezes, as letras saem tortas em alguns artigos que lemos na internet.
Isto não é relativo diretamente ao professor, mas, algumas pessoas sem qualquer merecimento artístico ou literário, escrevem porcarias.
O que traz o sucesso para alguns artistas da palavra é o trabalho duro e árduo de décadas, mas outros querem a fama em poucos minutos
Estamos vivendo um plano da valorização das pessoas, ou seja, do ser humano, isto a nível mundial. Enquanto temos um Presidente que vem a público dá asilo político há uma mulher que ousou, em país islámico, ter mais de um parceiro, temos que ler artigo que trucida a forma das mulheres paraibanas fazerem política. Como homem digo, elas, as mulheres, fazem política melhor do que nós, sem violência, na intuição e inteligência.
É preciso enxergar que todos temos o mesmo valor, isto independe do sexo, pois há mulheres brilhantes na política e homens também. Entretanto, nós homens temos uma dívida política e histórica com as mulheres e que não se resolve apenas com percentuais de vagas nos partidos aos cargos eletivos. Comentários desta natureza, com certeza, não contribui para evolução e igualdade da mulher na política. É uma pena que venha de um professor.
Reproduzo o texto abaixo para que o leitor faça a sua reflexão.
"Depois de muita discussão sobre o nome dos vice-governadores, as mulheres paraibanas resolveram participar mais ativamente das decisões políticas do nosso Estado.
Duas frentes se formaram para mostrar a ternura da mulher-macho da Paraíba:
De um lado as Mulheres Pró-Maranhão.
Oriundas de várias facções políticas as mulheres pró-maranhão reivindicam o preenchimento de um espaço vazio pela total incompetência masculina em preenchê-lo. São mulheres batalhadoras que se sentem sozinhas, muitas vezes subindo pelas paredes, sonhando com os atores da Globo ou com os namorados antigos que davam no couro.
Este grupo de mulheres tem duas facções: as que preferem uma política com vibração e aquelas que, mais calmas e religiosas, preferem uma participação ativa, porém sem vibração. As Mulheres Pró-Maranhão com vibração reivindicam uma atitude mais ousada, penetrante e saltadora ao mesmo tempo. As Mulheres Pró-Maranhão sem vibração, por outro lado, lutam por um preenchimento do seu espaço político com uma penetração lenta, porém duradoura.
A luta deste grupo de mulheres reivindica um maranhão democrático, de qualquer forma, de qualquer tamanho e cor. Democracia plena. São mulheres que foram abandonadas por uma partida de futebol, uma rodada de cerveja com os amigos ou por alguma mulher alienada que não tem ideologia política, mas é preenchida na maioria das vezes pelos maridos das mulheres pró-maranhão.
A outra frente de é denominado Mulheres Pró-Coitinho.
Ágeis e engajadas, as mulheres pró-coitinho lutam por algo mais ágil, rápido e eficaz, uma vez que pelas inúmeras atividades, não têm tempo para algo demorado. Seu lema é: um coitinho é rápido, mas a luta continua. Sua plataforma política de ação pressupõe uma rapidinha depois de cada debate político, depois de cada comício, depois de cada discurso.
Levantam muitas bandeiras de luta, mas às vezes esquecem de segurar o pau. São contra qualquer forma de posição que as deixe por baixo. Preferem ficar por cima, comandando tudo, muitas vezes mesmo sem questionar a penetração dos marcos de luta."
"
Sugestão de drinks:
Mulheres Pró-Maranhão:
1 dose de pau-dentro
1 copo de jurubeba
Agite antes de usar, ops, tomar
Mulheres Pró-Coitinho:
1 copo de cerveja sem álcool
1 copo de suco de clorofila
Se der tempo, tome antes da panfletagem