Apesar da cidade de Bayeux ter um excelente prédio e Restaurante Popular, conforme foto à esquerda, do Programa do Governo Federal-FOME ZERO, a população mais carente da cidade, os ribeirinhos, não estão utilizando este serviço. O governo municipal não tem uma política de divulgação e assistência para que os famintos da cidade possam se alimentar no restaurante popular de Bayeux. Quem conhece o povo da cidade, comenta que quem vai ao restaurante, na sua grande maioria, são pessoas que já alimentavam nos restaurantes privados, tal como NASA e outros similares. Isto não é errado, pois cabe ao cidadão procurar melhorias para alimentação de sua família, economizando gasto com alimentação. Entretanto, o governo municipal poderia incentivar que pessoas de menor poder aquisitivo tivessem acesso regular ao restaurante popular. O problema da fome é grave. Não só a fome de alimentos, mas a fome também de qualidade. Pois algumas pessoas apesar de ter um poder aquisitivo regular se alimentam mal. É a chamada fome na riqueza. Entretanto, a preocupação maior é daqueles que nada tem o que comer. Centenas de pessoas na cidade de Bayeux, todos os dias, não tem uma porção se quer de efeijão e arroz para cozinhar. A pobreza é tanta que, às vezes, se tem o alimento e não tem o botijão de gás para cozinhar. Quem quiser ver esta realidade é só fazer uma visita a uma das comunidades carentes da cidade, a exemplo do Porto do Moinho, Porto de São Lourenço e outras. Segundo relatou o diretor geral da FAO, Jacques Diouf, em reportagem do Portal IG de 14-10-2009, a fome é um fenômeno presente em todas as nações, mesmo nas nações ricas este fenômeno existe. "Nenhuma nação está livre e, como sempre, são os países mais pobres - e as populações mais desprotegidas - os que mais sofrem", lamenta Jacques Diouf, diretor geral da FAO, em um relatório feito em conjunto com o Programa Mundial de Alimentos (PMA) e apresentado às vésperas do Dia Mundial da Alimentação, na próxima sexta-feira". É lamentável ver o restaute popular no horário do almoço com poucas pessoas na fila, ou dentro do estabelecimento. As senhas distribuidas são poucas. Apesar de no sistema SAGRES do TCE o município ter gasto vultuosas quantias de dinheiro público na compra de alimentos para o Restaurante Popular. O TCE bem que poderia fazer uma auditoria nas contas do RP de Bayeux para verificar o valor de compras com alimenos e o número de refeiçõs distribuiídas. Espera-se que doravante a população carente da cidade possa ter acesso a uma alimentação boa que lá é servida, segundo usuários. Mas é lamentável que os famintos da cidade, àqueles que não podem se alimentar continuem com fome, quando o município gasta milhões comprando alimentos.

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