quarta-feira, outubro 05, 2011

SE THOMAS LOBEL TIVESSE NASCIDO NUMA FAMÍLIA COMUM TENTARIA CORTAR O PÊNIS?

foto (Google Imagens & http://www.ipco.org.br/home)

   O caso do menino americano Thomas Lobel, de apenas 7 anos, deixa grandes interrogações quanto a adoção de crianças por casais homossexuais?

   Será que Thomas Lobel tentaria cortar o pênis se tivesse nascido numa família com as referências de pai e mãe? Será que a tese defendida por alguns profissionais do Direito e da Psicologia contrárias a religião e a favor da adoção de crianças por casais homossexuais não está errada? Com a palavra os psicólogos! A sociedade! Os religiosos!

   Não é preciso ser psicólogo para saber que Thomas Lobel não teve as referências de um pai e mãe de uma família comum. As crianças com pais de  família de casais de homem e mulher têm maiores referências do que as crianças de pais de casais mulher e mulher ou homem e homem? Por que não deixar Thomas Lobel  decidir qual a opção sexual que queria ser? Essa pergunta nunca poderá ser respondida porque os "pais" de Thomas Lobel não lhe deram a oportunidade dele mesmo poder responder a essa pergunta. 

   Se as crianças não têm pleno conhecimento do mundo que lhes rodeia é uma agressão dos casais homossexuais não deixarem que seus filhos possam decidir a opção sexual quando adultos? Os casais homossexuais que agem assim estão fazendo o mesmo que os casais heterossexuais fazem quando descobrem a opção sexual homossexual de seus filhos e tentam mudar isto de forma violenta?

   
   Será que Thomas Lobel poderia querer ser heterossexual? Agora esta oportunidade será prejudicada por que Thomas Lobel teve pais homossexuais?

   Qual a sua opinião? O que diz a religião?

   O blog ficará à disposição de pessoas que exercem cargo no Judiciário, de psicólogos, de sociólogos, religiosos, de casais homossexuais (homoafetivos), para comentários, já que é fonte de pesquisa para milhares de pessoas na rede. Contribua, participe.
   
  
"O jornal inglês Daily Mail (30/9/2011) traz matéria sob o título “Menino começou uma mudança de sexo aos oito anos porque ele (e seus pais lésbicas) sabia que sempre quis ser uma menina”.
A reportagem trata da polêmica que se iniciou na Califórnia quando um menino, Thomas Lobel, 11, decidiu (será?) submeter-se a uma terapia hormonal para mudança de sexo.
Thomas, que agora é chamado de “Tammy”, foi adotado aos dois anos de idade pelas lésbicas Debra Lobel e Pauline Moreno. Ambas defendem a “decisão da criança”, alegando que é melhor a mudança de sexo ainda na juventude, mas afirmam não forçar a opção.
O tratamento impedirá que Thomas tenha uma puberdade característica de qualquer menino, como o alargamento dos ombros, surgimento de barba e voz grave.
“Em outras palavras, ela [sic!] vai ficar como um menino pré-púbere até sentirmos que ela [sic!] possa tomar essa decisão sobre a cirurgia”, disse Pauline Moreno.
Por ora prefiro não concluir. Fico sem palavras diante de tal abominação, da qual é vítima uma criança de 11 anos! Deixo os comentários ao leitor." (http://www.ipco.org.br/home/noticias/filho-adotivo-de-um-casal-de-lesbicas-comecou-tratamento-para-mudanca-de-sexo)

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Um comentário:

Jânio Freitas disse...

A intenção é realmente receber opiniões de milhares de pessoas da Grande João Pessoa, já que o tema familiar é abordado em vários segmentos da sociedade. Por exemplo, há juízes que defendem a adoção com o argumento de que será que não é pior deixar o menor na rua? Outros dizem será que não é melhor aprimorar o sistema de adoção? Os religiosos são contra e por aí vai...