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| foto (Google Imagens & UOL) |
Quando todo mundo começou a chorar pela saída do Neymar Junior a verdade estava exposta e todos não queriam ver. A Seleção Brasileira de Futebol não era aquele time dos sonhos e a nossa capacidade de improvisar já não era suficiente. Mas a maquiagem política e o encantamento da imprensa foi enganando o sincero povo brasileiro que ama o futebol e poucos não embalaram no sonho do hexacampeonato.
A Seleção Brasileira de Futebol não poderia melhorar se quase foi eliminada pelo Chile naquele jogo dramático. Se não fosse o Júlio César nem teríamos jogado com a Colômbia. A Colômbia pelo menos perdeu com dignidade. O placar de 7 x 1 é uma vergonha para o país do futebol. Isto mostra que não se vence uma Copa sem muito trabalho de base de anos e anos. Não adianta ter os melhores jogadores do mundo e querer transformá-los em heróis. Pois o futebol é um jogo de tática e equipe.
Neymar Junior você não tem culpa de ter sido lesionado. Mas com você ou sem você o Brasil, diga-se (A Seleção Brasileira) não venceria esta Copa. A Copa das Copas pelo menos foi boa para os empreiteiros.
Na partida da Argélia x Alemanha cujo placar foi (Argélia 1 x 2 Alemanha) o jogo foi uma aula de futebol de como se deve ter garra. Perdemos para a Alemanha. Mas veja o que disse o comentarista esportivo Vitor Canedo daquela partida:
Na partida da Argélia x Alemanha cujo placar foi (Argélia 1 x 2 Alemanha) o jogo foi uma aula de futebol de como se deve ter garra. Perdemos para a Alemanha. Mas veja o que disse o comentarista esportivo Vitor Canedo daquela partida:
"A Alemanha desconstruiu em 120 minutos qualquer status de favorita suprema ao título da Copa do Mundo. Sofreu além da conta, rendeu calafrios à sua torcida num Beira-Rio em que foi visitante e precisou da prorrogação para se classificar às quartas de final. A vitória por 2 a 1 sobre a Argélia, daquelas loucas e imprevisíveis, nasceu do pé esquerdo de André Schürrle, numa letra tão desengonçada quanto o futebol apresentado pelo time de Joachim Löw. Continuou com um chute de Mesut Özil depois de o próprio titubear frente ao goleiro M'Bolhi, quase herói da noite. E terminou com Djabou enchendo os argelinos de esperança, mesmo que restasse menos de um minuio nos acréscimos."

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