O que todos já previam está acontecendo, a união de RICARDO COUTINHO e CÁSSIO CUNHA LIMA rumo ao poder estadual. A lealdade do eleitor, às vezes, não encontra sentido na cúpula dos políticos. É comum os políticos chamarem seus assessores de traidores quando eles se desencantam com as posições do chefe. Mas, eles no intuito de compor o xadrez político podem ser agrupar. Assim, eleitor, não fique triste se é esquerdista radical, ao ver a união de Ricardo com Cássio.A foto acima é de 28 de abril de 2009 (Google Imagens e http://blogdepianco.blogspot.com/2009/04/ricardo-coutinho-em-pianco.html) o xadrez político ja estava em andamento, pois na política os amadores são perdedores. No caso de Ricardo e Cássio nenhum dos dois perderá o seu caratér e visão política. Se não fosse assim, o presidente LULA não estaria hoje no poder em seu segundo mandato. A linha de política geral não pode ser mudada de uma hora para outra. Mas, para chegar ao poder é preciso se agrupar, pois os ventos da política não tem direção. Como integrante do PSB de Bayeux, como esquerdista que sou, o Dr. Jânio, tem opinião de que Ricardo acertou. O eleitorado de Cássio é decisivo para a vitória de Ricardo. O que eu não acredito é que o PMDB de Bayeux tem espaço para Expedito e Jota. Há muitas mágoas, na política se perdoa muita coisa. Mas entre Jota e Expedito os fatos foram graves. O perdão político, que é diferente do divino, não ocorrerá. Se Maranhão não acordar não terá nem Expedito ou Jota. Perderá a eleição também em Bayeux, que sempre foi do PMDB. O governador, sempre indeciso, não quer perder nem Jota nem Expedito, pode perder os dois. Assessores importantes de Expedito estão lhe abandonando, enquanto Jota tem a Prefeitura, Expedito não consegue nomear, além de parentes, quem realmente lhe apoia.

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