| foto (http://www.appmg.org.br/semanadofolclore.htm) |
No dia 22 de agosto se comemora o dia do folclore brasileiro. Você lembra de alguma dança, lenda, música do nosso folclore? Certamente que sim. É impossível que uma pessoa não tenha sido influenciada pela cultura do seu Estado, de sua região. O folclore é "Estudo e conhecimento das tradições de um povo, expressas nas
suas lendas, crenças, canções e costumes; demologia, demopsicologia". (Aurélio).
O folclore tem a ver com as nossas raízes, as músicas regionais, as danças cuja origem brasileira é inegável, tal como: o samba, o forro, o frevo, etc. As lendas, tal como: curupira, o saci-pererê, Negrinho do Pastoreio, Mula sem cabeça, etc. Por exemplo, quem é do Nordeste e na época de São João, das Festas Juninas, gosta destes festejos é um admirador e consumidor do nosso folclore que é um dos mais ricos do mundo. O folclore brasileiro está registrado em livros, músicas, filmes, peças teatrais, etc.
No dia 22 de agosto tentar lembrar que como brasileiro você não pode deixar de está inserido no folclore do nosso país. Por exemplo, quando ouvi a história do Negrinho do Pastoreio, contado por minha mãe, não me contive as lágrimas. Vamos relembrar:
"O Negrinho do Pastoreio é uma lenda meio africana meio cristã. Muito contada no final do século passado pelos brasileiros que defendiam o fim da escravidão. É muito popular no sul do Brasil.
Nos tempos da escravidão, havia um estancieiro malvado com negros e peões. Num dia de inverno, fazia frio de rachar e o fazendeiro mandou que um menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos e potros que acabara de comprar.
No final do tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no menino que ele ficou sangrando. "Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece", disse o malvado patrão.
Aflito, ele foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou ele pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e o cavalo fugiu de novo. Na volta à estância, o patrão, ainda mais irritado, espancou o garoto e o amarrou, nu, sobre um formigueiro.
No dia seguinte, quando ele foi ver o estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá, mas de pé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a Virgem Nossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a mão da Santa, montou no baio e partiu conduzindo a tropilha.
Origem: Fim do Século XIX, Rio Grande do Sul".
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