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Do ponto de vista do direito eleitoral não há nada que impeça os pastores, os padres ou outros sacerdotes de outras religiões a serem candidatos. Mas os fiéis poderão pensar qual é mesmo a vocação deles: Sacerdote ou político? Achei de muita coragem o padre Severino, tão conhecido, tão amado por seus fiéis ser candidato a prefeito do Conde-PB. O Pe. Severino vinha fazendo um belo trabalho na reforma do Santuário de São Sebastião aqui na Matriz da cidade de Bayeux-PB.
Cá com meus botões, sendo eleito, Pe. Severino deve ficar 4 (quatro) anos longe das missas, dos fiéis e da sua igreja. A vontade de ser político foi mais forte do que a vontade de ser sacerdote? Dá para conciliar os dois cargos? Alguns homens santos, tal como Moisés tiveram os dois papéis, ou seja, ser sacerdote e administrador. O Moisés se viu tão aflito com os problemas do povo que pediu ajuda a Deus, pois não conseguia resolver todos os problemas do povo. Será que os padres ou outros religiosos conseguem sem a ajuda de Deus?
Talvez foi este o motivo que levou o Pe. Severino a se candidatar a prefeito do Conde-PB. Entretanto, o Pe. Severino ou outros religiosos nunca mais serão os mesmos, sendo eleitos ou não. Um político sempre é político. Esta é uma regra infalível. E para ser político não precisa ser candidato. Há mais políticos sem ser candidatos do que se pensa. Há aqueles que não sendo políticos candidatos transferem a vontade de ser candidatos aos filhos, cônjuges, netos, amigos, etc. Muitos deles, os políticos não candidatos, dão sobrenome ao adotado candidato político, vão para as ruas, querendo que o seu indicado seja eleito à ferro e a fogo. Com isto, passam por cima de valores éticos, familiares e já não sãos os mesmos.
Seja como for, a política deixa um rastro, muitas vezes, difícil de apagar, vão-se parentes, amigos, conhecidos, não conhecidos, etc. Quem não apoia o político passa a ser uma persona non grata. A liberdade do voto ainda é um ideal longe de se conseguir. Será que os sacerdotes não falam essa linguagem? Será que a irmã que não vota no seu pastor será tão bem vinda quanto a irmã que vota? Será que a beata que não vota no seu padre será tão bem vinda quanto a que vota? Fico aqui com a reflexão de Jesus: "DAI A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR"; traduzindo para este texto seria daí aos políticos o que é próprio dos políticos. Assim, o que leva os padres, pastores ou outros sacerdotes a se candidatarem a políticos não é outra coisa senão o PODER.
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