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| (foto reprodução Facebook/UOL) |
Todos os dias vemos nas repetidoras locais dos Grandes Canais de Televisão do país dezenas de casos terríveis, tal como, o caso do menino BERNARD BOLDRINI. Mas há outros milhares de casos que não chamaram a atenção da Mídia Nacional e ficam restritos as Regiões Metropolitanas e as cidades grandes do interior do país.
O Congresso Nacional presenciou há pouco tempo atrás a dor, o desespero por justiça de uma mãe que teve a filha assassinada por um menor. Quem foi?
"(...) Yorrally Dias Ferreira, de 14 anos, foi morta com um tiro na cabeça (...)"
O esquecimento dos nossos brasileiros assassinados tragicamente pode ser culpa ou omissão do Congresso Nacional em fazer leis mais severas e justas? Os assassinos de crimes hediondos não tem nenhum amor pela vida humana que tanto a nossa Constituição Federal protege.
Sonho o dia em que estarei no Corredor da Morte defendo um cliente. Mas com toda a convicção de a "impunidade" neste para crimes hediondos é a certeza da "meia" punição. Já fui Oficial de Justiça do Estado, hoje, advogado. Vi e ouvi muitos dos que trabalham com as leis injustas quanto a estes bárbaros crimes disserem: "LOGO VAI ESTÁ NA RUA". Com a certeza de na época não ser Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais (Direito) pude ver a sensação de injustiça daqueles que faziam a justiça do homens.
Hoje vejo na Região Metropolitana da Grande João Pessoa cidadãos de bem querendo um Justiça tão distante para estes tipos de crimes, de roubos, seguidos de morte, com a liberdade provisória de criminosos que não deveriam sair da prisão. Estamos em guerra e só não ver quem não quer. As Instituições Públicas, todas elas, estão enfraquecidas com um legislação penal e processual penal que já foi ultrapassada e de uma época em que o assassino era esperado pela sociedade como um ser humano ressocializado.
Há milhares de criminosos de hoje que merecem um tiro na nuca e não há leis que façam isto. Mas há criminosos e viciados aos milhares que se estimulados fazem isto. Então, o "cidadão" sem esperança na lei dos homens é tentado a pagar a um viciado "noiado" e ter a sensação errada de Justiça. Ora, a omissão da legislação penal e processual penal leva as pessoas a pensarem assim. E, digo, lá no Congresso Nacional tem ou deve ter parlamentares que se um de seus parentes for assassinado ele não esperará pela máquina burocrática e sem recursos do Judiciário. Ele fará justiça com as próprias mãos.
Acorda Congresso, temos um povo esperançoso de justiça. Mas de justiça mesmo, célere e objetiva.
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