Navegando pela rede vi uma página com uma chamada interessante: "Quem bate na mulher machuca a familia inteira". Uma iniciativa do Portal Violência contra a Mulher (http://copodeleite.rits.org.br/apc-aa-patriciagalvao/home/capa_portal.shtml) do Instituto Patrícia Galvão. A vida moderna não dá mais espaços para o machismo. Segundo Aurélio o machismo é: "Atitude ou comportamento de quem não aceita a igualdade de
direitos para o homem e a mulher, sendo contrário, pois, ao feminismo." Quando há violência contra a mulher toda a família é atingida, os filhos, os pais, os sogros, os irmãos, etc. Assim, o cartaz é objetivo é direto ao homem violento.
A violência contra a mulher é só uma parte da violência, pois ela existe contra as crianças, os pobres, os índios, etc. A violência contra a mulher é só uma parte da violência. Pois há outras violências que devem ser combatidas também, tais como: a violência da polícia contra o cidadão, contra os animais, etc. Por outro lado, a violência é o ato de constranger, de bater, de não respeitar, de perturbar o psique da pessoa.
A violência anda em sentido contrário ao ser cristão. Quem é violento e não respeita o direito do outro ser, vai de encontro aos princípios cristãos. A violência parte de alguns seres humanos, homens e mulheres, mas há homens que a praticam de uma forma brutal, principamente, contra as mulheres, já que alguns não aceitam a liberdade e igualdade de direitos entre homens e mulheres. Mas, também há mulheres que praticam a violência contra crianças. Assim, o mosaíco da violência é diversificado.
O Estado Brasileiro tem empreendido esforços e leis para combater a terrível violência que vem ocorrendo contra a mulher e a criança. Mas, o combate da violência contra a mulher é extensivo a toda a família. De modo que a campanha feita pelo Instituto Patrícia Galvão é simples e objetiva, e merece o nosso registro e elogio.
Lendo uma SMS de Lígia, minha irmã, que dizia apenas estou repassando, transcrevo abaixo, das letras de José Saramago...

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