terça-feira, dezembro 27, 2011

OLÁ CONGRESSO, A SEXTA ECONOMIA TEM EDUCAÇÃO POBRE!

(http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=486)
   

Após a divulgação de sermos a Sexta Economia do Mundo, os comentários das Redes de Televisão foram os mesmos. O Brasil precisa de  Educação. Parece que os nossos políticos de Brasília não aprenderam ainda que não basta fazer programas. Não basta dá recursos. É preciso saber se o processo de uma Educação Eficiente está dando certo ou não. PARECE QUE NÃO! 

   Com a lentidão que o processo atual caminha irá levar muito tempo para sermos uma nação de homens e mulheres educados com qualidade.

   Fui professor da Rede Pública de Ensino por mais de uma década. Hoje sou advogado. Mas, o processo de educação ainda permanece com os mesmos defeitos de antes, com uma pequena diferença, o professor e os outros profissionais da Educação ainda sonham em ser valorizados. É preciso acabar com isto. A Educação de Qualidade só virá quando os  profissionais da Escola Pública não tiverem dúvidas de que eles são servidores integrantes e valorizados de um processo imprescíndível para sermos um país desenvolvido e apenas a Sexta Ecomonia do Mundo. É preciso um rápido processo para elevar a qualidade do Ensino Público do Brasil, fazendo com que os melhores profissionais da educação queiram ser e participar da Rede Pública de Ensino. Para isto, é preciso elevar a remuneração média destes profissionais, sair dos discursos e ter coragem de mudar a realidade da Educação Pública do Brasil.

  Se não houver uma remuneração média dos profissionais da educação nos Governos Municipal, Estadual e Federal, acima ou igual a 10 a 15 salários, hoje, R$ 5.400,00 (cinco mil e quatrocentos reais) a Educação de Qualidade não chegará, será apenas utopia. A fuga de bons profissionais para a Rede Particular de Ensino e não formação de novos profissionais é uma realidade a ser alcançada. Uma gratificação vinculada a Unidade Escolar), criando uma competição entre as equipes de profissionais da Unidade Escolar e entre as Unidades Escolares do mesmo sistema de Governo, visando formar equipes vendedoras é mais do que essencial. Atualmente, se uma escola vai bem ou mal, o que ocorre com a remuneação dos profissionais da Unidade Escolar? A Unidade Escolar com melhor desempenho ganha o que com isto? É preciso que os bilhões que podem ser gastos na Educação leve-nos a não ser a Sexta Economia do Mundo apenas em números, mas de brasileiros capazes de aproveitar todo o potencial econômico do Brasil.

   O que se vê pelo sistema de remuneração de hoje é que em algumas Unidades Escolares  do Brasil com bons professores, ou seja, com uma boa equipe escolar composta de diretores, professores, supervisores, psicólogos, orientadores e dos assistentes do processo de educação, ou seja, do vigia, do inspetor, da secretária escolar, sendo remunerada da mesma forma que outras com péssimo desempenho. Ora, isto é injusto. É precisa mudar. Deve haver uma premiação (gratificação) vinculada para toda a equipe da Unidade Escolar, para todos os profissionais da Educação da Unidade Escolar, criando uma competição entre as Unidades Escolares do mesmo Sistema de Governo, seja ele Municipal, Estadual e Federal. A norma a ser seguida deve geral, como prevê a Constituição Federal. O erro do Governo Federal é ter os indicadores da péssima qualidade das Unidades Escolares e não corrigir estes erros, aproveitando o conhecimento da equipe das melhores Unidades Escolares, já atualmente detectados pelos provões. Se não houver a competição entre as Unidades Escolares através de um processo eficiência/remuneração a Educação Eficiente levará mais 30 anos para chegar ao nível alcançado a dos países desenvolvidos, onde este processo foi motivado, realizado, concluído e dado sequência.



   O cidadão hoje já excluído da Saúde, Segurança e da Educação. Os dois primeiros direitos podem ter resultados rápidos com tantos recursos em sermos a Sexta Economia do Mundo. Mas o último, leva tempo, o processo é lento. Precisamos, nós brasileiros, não só os políticos, acordar para isto. Quase cem por cento dos professores da Rede Pública de Ensino do Brasil colocam seus filhos para estudarem na Rede Particular de Ensino. Isto é o retrato real de quem entende de Educação! Por que eles, os professores da Rede Pública de Ensino fazem isto? A resposta é simples. Por que a Educação Pública de qualidade inexiste. Com raras exceções.

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