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| foto (http://www.mobagenciadigital.com.br) |
É sempre desconfortável pensarmos que as empresas, tal como o FACEBOOK, que é uma empresa com este nome de fantasia, estão sendo desleais com a guarda e segredo de nossas conversas nas salas virtuais de bate-papos on line ou como preferem os que amam a Língua Inglesa: chat. Alguns políticos já dizem que telefone é só para dar recado. Certamente, isto tem um fundo de verdade.
Lendo um artigo da Revista Exame (http://super.abril.com.br/) cujo link está abaixo, resolvi repassar para os internautas parte do texto. Pois algumas pessoas não tem ideia de que tudo que eles falam no FACEBOOK ou em outras redes sociais pode ficar gravado e indexado. Leia um trecho da matéria que diz:
"Os autores do processo acusam a empresa de fazer isso com o objetivo de "melhorar seus algoritmos de marketing e aumentar a habilidade da rede social de obter mais lucros com dados de usuários", segundo o CNET.
O processo cita um estudo da empresa de segurança High-Tech Bridge que diz que o Facebook entende cada mensagem enviada com um link como uma opção curtir, portanto, usa essas informações são usadas para exibir publicidade direcionada.
"Nós acreditamos que essas alegações não têm fundamento e nós vamos nos defender de forma energética", informou o Facebook ao CNET.
A acusação conjunta pede que o Facebook pare de monitorar as mensagens trocadas no serviço de bate-papo e que pague 100 dólares (238 reais) para cada dia que rede social coletou esses dados pessoais, que são supostamente privados.
"Fazer com que os usuários pensem que as mensagens que eles trocam são privadas cria uma oportunidade especialmente lucrativa para o Facebook, porque quem utiliza o serviço acredita que a comunicação por esse meio é livre de vigilância. Isso faz com que as pessoas estejam mais propícias a revelarem coisas que elas não diriam se soubessem que estão sendo monitorado", dizem os autores do processo Matthew Campbell e Michael Hurley, que alegam que a atitude do Facebook viola a lei de privacidade cibernética chamada Electronic Communications Privacy Act.
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