| foto (Agência Brasil) |
A equipe do Ministro da Educação Fernando Haddad não lê os livros que milhares de crianças ou adolescentes vão aprender. Isto prova que o material didático é de baixa qualidade. É por isto que as escolas particulares não adotam o mesmo material. Com uma educação a desejar, os pobres vão cada vez mais vão precisar das quotas sociais. Mas, na verdade, os pobres querem é uma escola de boa qualidade e isto passa inegavelmente por um material didático de boa qualidade pedagógica. Além da uma equipe de profissionais qualificados, ou seja, de professores, orientadores, psicólogos e administradores.
Há 30 anos atrás era o inverso, ou seja, os pais abastados não colocariam seus filhos numa escola particular. O descaso do governo federal das últimas décadas vem fazendo com que a educação pública do Ensino Fundamental e Médio não atinja a mesma meta das escolas particulares. A maioria das escolas estaduais e municipais não tem controle pedagógico nem controle de freqüência destes profissionais. Muitos professores chegam atrasados e outros nem aparecem nas escolas e mesmo assim recebem seus salários. As provas do ENEM deveria indicar não só escola mais a equipe pedagógica. Na verdade, há poucos professores e administradores de vocação. O sistema de medição de eficiência tem que mudar ou melhorar. E os melhores professores tem que ganhar melhor do que aqueles que fazem de conta que ensinam. O sistema falha quando não indica também qual a melhor metodologia, quando não corrige os erros.
É bom lembrar que cada escola hoje tem um CNPJ e o Conselho Escolar fiscaliza a verba, se há tantas falhas no material didático por que não delegar a escola a escolha do seu próprio material didático? Com isto se criaria uma competição intelectual para que o melhor material didático estivesse nas mãos dos alunos da rede pública. O erro está em o MEC decidir tudo de cima para baixo.
As escolas e seu corpo docente nem se quer são ouvidas ou indicam qual seria o melhor material didático. O governo tem que ouvir os professores, os administradores para então escolher qual será o material didático que as escolas querem adquirir. Enquanto a escolha vir lá de cima, sempre irá ocorrer erros indicados na imprensa no Guia de Matemática, que ensina que 16 - 8 = 6.
Há 30 anos atrás era o inverso, ou seja, os pais abastados não colocariam seus filhos numa escola particular. O descaso do governo federal das últimas décadas vem fazendo com que a educação pública do Ensino Fundamental e Médio não atinja a mesma meta das escolas particulares. A maioria das escolas estaduais e municipais não tem controle pedagógico nem controle de freqüência destes profissionais. Muitos professores chegam atrasados e outros nem aparecem nas escolas e mesmo assim recebem seus salários. As provas do ENEM deveria indicar não só escola mais a equipe pedagógica. Na verdade, há poucos professores e administradores de vocação. O sistema de medição de eficiência tem que mudar ou melhorar. E os melhores professores tem que ganhar melhor do que aqueles que fazem de conta que ensinam. O sistema falha quando não indica também qual a melhor metodologia, quando não corrige os erros.
É bom lembrar que cada escola hoje tem um CNPJ e o Conselho Escolar fiscaliza a verba, se há tantas falhas no material didático por que não delegar a escola a escolha do seu próprio material didático? Com isto se criaria uma competição intelectual para que o melhor material didático estivesse nas mãos dos alunos da rede pública. O erro está em o MEC decidir tudo de cima para baixo.
As escolas e seu corpo docente nem se quer são ouvidas ou indicam qual seria o melhor material didático. O governo tem que ouvir os professores, os administradores para então escolher qual será o material didático que as escolas querem adquirir. Enquanto a escolha vir lá de cima, sempre irá ocorrer erros indicados na imprensa no Guia de Matemática, que ensina que 16 - 8 = 6.
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