| foto (site JTPB) |
Muitas pessoas de Bayeux e de fora de Bayeux entram em contato comigo perguntando o que ocorreu com a prisão de um Juiz de Direito que atuou aqui na cidade de Bayeux-PB, no caso, do Bacharel Juiz José Edvaldo Albuquerque de Lima x as famosas multas "ilegais" ASTREITES.
Quem melhor pode esclarecer é o próprio Tribunal de Justiça da Paraíba. Sendo assim, há dois links abaixo que podem melhor informar ao internauta sobre o problema que envolveu o referido juiz. O que é lamentável é saber que milhares de pessoas tem no processo a justiça passada por mãos de servidores assim.
O Juiz de Direito, sendo pessoa física, empresta sua pessoa ao órgão do Poder Judiciário da Paraíba, conforme a LOJE-PB, para aplicar a justiça. Imagine um juiz corrupto! A justiça se transforma em negociação. Daí, acredito que o TJPB, como outros tribunais prima pela instituição. O processo é duro, inflexível, é como acusar um parente de família. Mas não há como esconder.
Uma boa parábola pode exemplificar isto. Se a mocinha se prostitui o pai não pode dizer que ela é prendada! Tem que dizer ao bom moço - Quer casar? Sim, senhor quero. Mas vou lhe dizer minha filha é puta. Assim, imagine o desgosto dos colegas juízes do Tribunal ad quem em julgar alguém que fazia "justiça".
É terrível pensar isto, mas do ponto de vista da hermenêutica é possível. Imagine um órgão do Poder Judiciário trabalhando contra a justiça. Se o mal não for extirpado, cresce e cria discípulos. A volta do Juiz, no meu humilde entender (opinião), é inaceitável. Entretanto, em respeito ao princípio da inocência, a pomposidade do Tribunal cumpre todas as formalidades, mesmo que o povo não entenda isto.
Nestes casos, seria inteligente que a Justiça determinasse a abertura de audiência pública, para que os descontentes contassem seus casos. A Comissão da Verdade é um bom exemplo disto.
Quem melhor pode esclarecer é o próprio Tribunal de Justiça da Paraíba. Sendo assim, há dois links abaixo que podem melhor informar ao internauta sobre o problema que envolveu o referido juiz. O que é lamentável é saber que milhares de pessoas tem no processo a justiça passada por mãos de servidores assim.
O Juiz de Direito, sendo pessoa física, empresta sua pessoa ao órgão do Poder Judiciário da Paraíba, conforme a LOJE-PB, para aplicar a justiça. Imagine um juiz corrupto! A justiça se transforma em negociação. Daí, acredito que o TJPB, como outros tribunais prima pela instituição. O processo é duro, inflexível, é como acusar um parente de família. Mas não há como esconder.
Uma boa parábola pode exemplificar isto. Se a mocinha se prostitui o pai não pode dizer que ela é prendada! Tem que dizer ao bom moço - Quer casar? Sim, senhor quero. Mas vou lhe dizer minha filha é puta. Assim, imagine o desgosto dos colegas juízes do Tribunal ad quem em julgar alguém que fazia "justiça".
É terrível pensar isto, mas do ponto de vista da hermenêutica é possível. Imagine um órgão do Poder Judiciário trabalhando contra a justiça. Se o mal não for extirpado, cresce e cria discípulos. A volta do Juiz, no meu humilde entender (opinião), é inaceitável. Entretanto, em respeito ao princípio da inocência, a pomposidade do Tribunal cumpre todas as formalidades, mesmo que o povo não entenda isto.
Nestes casos, seria inteligente que a Justiça determinasse a abertura de audiência pública, para que os descontentes contassem seus casos. A Comissão da Verdade é um bom exemplo disto.
O blog tem um projeto chamado OLÁ CNJ, em homenagem ao Conselho Nacional de Justiça, que foi alvo de projetos para derrubá-lo. Mas ganhou a democracia. O Conselho está aí firme e forte, aplicando a legislação disciplinar contra os maus juízes e servidores do Brasil.
No dia 25 de julho, o desembargador paraibano, JOÁS BRITO, homem corajoso, resolveu transformar a prisão preventiva de três envolvidos em prisão cautelar, conforme notícia do TJPB:
"O desembargador entendeu que os casos de Glauber Jorge Lessa feitosa, Eugênio Vieira de Oliveira Almeida e Dino Gomes Ferreira (presos pela Polícia Federal na Operação “Astringere”) eram passíveis de medidas diversas da prisão, visto que, “não há elementos suficientes (até o presente momento) que levem a crer em perigo de intimidação às testemunhas ou risco à instrução processual”.
No mais, boa leitura e muita justiça. O POVO PRECISA DE JUSTIÇA. O jornalista paraibano JOSIVAL PEREIRA em seu blog escreveu o texto abaixo, que pode ser lido na íntegra no lik:
"Não custa lembrar, como outro fio político desta teia, o fato do juiz Edvaldo Albuquerque ter exercido cargo comissionado no governo de Cássio Cunha Lima quando foi afastado da função de juiz em 2002 sob a acusação de praticar atos libidinosos com uma menor em Bayeux.
Além disso, foi Edvaldo quem, em 2008, determinou o arquivamento da ação dos Envelopes Amarelos, sobre a apreensão de dinheiro às vésperas do segundo das eleições de 2006, na Polícia Rodoviária Federal (PRF). A acusação de crime eleitoral contra a campanha de Cássio foi parar na 61ª Eleitoral em Bayeux, onde ele era titular."
VEJA NOTÍCIAS RELACIONADAS:
- http://www.tjpb.jus.br/decisao-monocratica-do-desembargador-joas-de-brito-revoga-prisoes-de-tres-envolvidos-na-operacao-atringere/
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Astreinte
- http://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2013/04/juiz-advogados-e-servidores-sao-presos-em-operacao-da-pf-na-paraiba.html
- http://www.tambau247.com.br/noticia/16052/juiz-liga-operacao-astringere-a-politica
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