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O que espera o cidadão comum num país em que se assassinam juízes? O assassinato da juíza Patrícia Acioli Lourival traz algumas interrogações. A segurança pública é um bem essencial, pois a vida e a incolumidade das pessoas não tem preço. O CONGRESSO NACIONAL não tem agilizado projetos de leis que visem coibir o crime de homicídio banalizado no país. O cidadão de bem não pode ficar à mercê de leis sem a dinâmica na fase de investigação policial e da ação penal propriamente. Por outro lado, as investigações não podem terminar com a remessa do Inquérito Policial ao Fórum. É preciso investigar, investir na conclusão de inquéritos e processos de crimes contra a vida.
A sensação de impunidade é geral. Por outro lado, o Estado deve aplicar a pena de morte aos criminosos perigosos, aqueles sem qualquer condição de ressocialização na sociedade. A sociedade não pode pagar uma conta com tantas vidas ceifadas. No Brasil, o criminoso não comum parece viver mais tranquilo que o cidadão. Enquanto o Estado dorme a população aplaude os exterminadores particulares. Mas qual é o código de ética dos exterminadores? E quando o exterminado sai da linha quem o extermina?
Não vamos ser hipócritas, o Código Penal da população e outro e não aquele de mais de 70 anos atrás, ou seja, de 07 de dezembro de 1940. O que dizer quando ocorre um crime de roubo onde a vítima é ceifada sem qualquer complacência. Muitas vezes, cuidada com mimo pelos pais por anos e anos e termina na página de um jornal. Ou, o que dizer de uma criança que vai a escola termina num matagal assassinada sem qualquer complacência. Onde o Estado é capenga nasce a solução intermediária da própria população.
No Brasil a vingança privada ganha relevo, ela ocorre de dentro de pessoas onde nem se imagina, isto por que a sensação de impunidade se dissemina por todas as classes sociais. O final parece ser trágico. Parte da população torce que a desgraça aconteça com parentes dos homens e mulheres que fazem o Estado e cegos não veem a dor da população.
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