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| foto (Google Imagens & oabce.org.br) |
Quem não quer o exame de ordem? A resposta não é tão difícil, basta apenas pensar que algumas Instituições de ensino Superior que tem em seus quadros o Curso de Direito se sentem incomodadas em não aprovar seus pupilos no exame de ordem. Ou aqueles profissionais do direito tanto do Judiciário quanto do setor privado, empresas, que já têm seus próprios caminhos para os pupilos, muitos deles sem qualquer firmeza em exercer a profissão de advogado, querem colocá-los no mercado de qualquer jeito. A não aprovação no exame de ordem é prova da má qualidade do ensino de algumas instituições!
Para ver isto baster ler o artigo publicado no site (http://www.paginaunica.com.br/ler-noticia.php?url=fim-do-exame-da-oab-e-um-risco-para-sociedade-diz-presidente-da-ordem--191220101955) onde se ler que a LIMINAR concedida contra o exame de ordem pode ter sido graciosa. Veja o que disse o presidente da OAB Ophir Cavalcante:
Finalmente, o blog espera que a educação tenha qualidade e que outros Conselhos Federais também tenham mais controle dos profissionais que são colocados no mercado. Afinal, o prejudicado final com o mau profissional é consumidor, o cidadão.O presidente da OAB também critica o magistrado que concedeu a liminar. Segundo ele, “todo o julgador tem que ter isenção e não pode estar envolvido com os fatos. Seja pelo interesse direto ou indireto. No caso específico, a OAB entende que o magistrado incide em suspeição à medida que tem um posicionamento prévio, inclusive externado em jornais, contra o exame de Ordem”.
“Seu filho [do desembargador] já fez exames de Ordem e não passou. Então, ao liberar as pessoas alegando inconstitucionalidade do exame de uma forma indireta, ele vai beneficiar o filho se essa tese vier a ser vitoriosa. Portanto, é com essa perspectiva que a Ordem entende que existe um critério ético a ser observado”, afirmou Ophir.

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